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Canal de escoamento

(Clique nas imagens para obter formato grande)

Perfil longitudinal

O perfil longitudinal do estirão foi obtido mediante uma análise da carta topográfica, com o auxilio de uma tabela.  Perfil longitudinal - Cotas   Perfil longitudinal - Áreas

 

Comprimento de directriz

A directriz é medido em linha recta, entre o ponto mais afastado do rio principal e a secção da bacia.

O comprimento da directriz é de 3950m, tendo sido medido directamente na carta.

 

Sinuosidade

A sinuosidade S é a relação entre o comprimento do rio principal E (Estirão) e o comprimento da directriz.:

 

Declividade entre a foz e a nascente

Ao unirmos a nascente à foz, obtemos a declividade entre a nascente e a foz S3 ou também designada por declividade máxima. Esta declividade é sempre teórica.

 

Declividade média ou pendente média

A declividade média S2 é a área do triângulo formado pelos eixos coordenados e o perfil longitudinal do rio. O cálculo foi obtido através de uma folha de cálculo (Cálculos)

S2=0,0245

Altitude S2=380,51m

 

Declividade equivalente constante

A declividade equivalente constante S3 obtém-se através da média harmónica ponderada da raiz quadrada das diversas declividades. O cálculo foi obtido através de uma folha de cálculo (Cálculos)

S3=0,0246

Altitude de S3= 381m

 

Estirão ou comprimento do rio

O estirão E ou comprimento do rio é o comprimento da principal linha de água desde a sua origem até à secção da bacia hidrográfica.

E=5911m

Geometria da secção final

A geometria da secção final da bacia em estudo está modificada pelo homem como se pode ver pelas figuras. Para estudar o melhor possível a secção final original da bacia tivemos de nos deslocar para montante uns 30 m.

 Desenho

Mostramos aqui também duas fotografias da bacia tiradas em dois outros pontos da nossa visita de estudo:

Fotografia 1

Fotografia 2

Fotografia 1 e 2 - Estas fotografias têm uma particular importância histórica pois mostram um cruzeiro que simboliza a zona onde morreu uma senhora no dia 4 de Abril de 1891. Os residentes dessa zona informaram-nos de que essa senhora morreu devido a uma cheia, daí a importância desse facto para o nosso trabalho.

Fotografia 3

Fotografia 4

As fotografia 3 e 4 mostram a linha de água em pormenor. Para mostrar o leito nas suas características originais, como mostram as fotografias, tivemos de nos deslocar uns 50 m para montante.

 

Fotografia 5

Fotografia 7

 Fotografia 9

Fotografia 6

Fotografia 8

Fotografia 10

As fotografias 7 e 9 representam o relevo da bacia. A fotografia 5 mostra o leito da Ribeira de Alportel na zona da secção da bacia em estudo. A fotografia 6 mostra o relevo perto da secção final da bacia em estudo. A fotografia 8 mostra a secção final da bacia em estudo. Esta zona foi escavada pelo Homem, logo esta não mostra as características originais do leito. A fotografia 10 é mais um outro plano da secção final da bacia em estudo, zona essa escavada pelo Homem.

 

Caudal de margens plenas

O caudal de margens plenas é calculado a partir da fórmula:

 Onde:

Rh - Raio hidráulico da secção final

i - inclinação do leito na secção final

n - Valor tabelado para o tipo de leito

n=0,030

Caudal de margens plenas:

Regime de escoamento

O regime de escoamento da bacia hidrográfica em estudo é intermitente pois só apresenta caudal durante a ocorrência de chuvas. Isto verifica-se devido ao facto de o lençol subterrâneo de água manter-se acima do leito fluvial, o que não ocorre na época de estiagem.